O lado mais doce de uma canção

26 de setembro de 2017


Usando plantas para derrotar zumbis

18 de setembro de 2017

Se você não entendeu pelo título sobre o que vim contar penso que você é uma pessoa sensata.

Eu nem jogo tantos jogos assim; no celular então, raramente acho um que me agrade. Mas aí eu comecei a enjoar do tal Two Dots - que é um jogo bem legal de puzzle, mas chega uma hora que não se tem mais paciência, pois ele não termina nunca, tá sempre atualizando, mas tá - e resolvi baixar o Plants vs Zombies 2. Diferentemente do primeiro, nesse você viaja no tempo e tem que explorar as épocas do tempo como Egito Antigo, Idade das Trevas, Velho Oeste etc. Basicamente o próprio nome (e o título desse post) explica: tem que impedir os zumbis de chegar na moradia usando as plantinhas. Eu já tinha jogado uns anos atrás e é bem divertido. Então quando procurei na app store por 'jogos', lá estava ele, então baixei. Minha intenção era somente para distrair de vez em quando, sem compromissos e tal, MAS EU TÔ MUITO VICIADA NESSE TRECO! Porque assim, você vai avançando, vai melhorando suas plantas e cada vez mais fica desafiador né, como qualquer jogo, então é uma situação que vira de "um jogo para se distrair" para "pela minha honra eu vou terminar todos os chefes". Sim, estamos nesse nível de exagero (se caso você não seja assim, saiba que tenho inveja do seu controle. Só que me envolvo até com um simples joguinho de celular, aiai).

Music to monday #22

11 de setembro de 2017

Por algum motivo obscuro, desde a semana passada tenho ouvido muito metal. Entre vários estilos dentro deste: metal melódico, heavy metal, hardy rock. Relembrando minha adolescência metaleira - pois, acreditem, eu fui uma adolescente trevosa, gótica suave. Apenas por algum tempo, depois vi que aquilo na minha vida era modinha e não um estilo de vida, oh well.

Simplesmente me deu vontade de ouvir alguns álbuns de novo, e descobrir algumas músicas que me apresentaram. Numa dessas voltei a banda mais recorrente na minha fase ~metaleira-gótica-suave~, Angra. Eu realmente gosto da banda, e não sei o motivo de algumas pessoas terem vergonha de dizer que os ouvem, mas enfim, cada um com seus problemas, não é mesmo? Embora, devo confessar, que só tenho coragem de ouvir três álbuns deles: Holy Land, Rebirth e Temple of Shadows. Sendo os dois últimos com os lead vocals pelo Edu Falaschi (que eu acho melhor que o Andre Matos, mas são questões [não minhas, dos outros. Eu realmente acho o Edu melhor, rs]). Particularmente são os que gosto mais, mas também não me dei mais o trabalho de ouvir os álbuns após o terceiro. Na verdade dei uma leve ouvida por aí, mas senti que é tudo mais do mesmo e que esses três são os mais diferentes, mais bem feitos e ao mesmo tempo, claramente, divergem entre si.

Deixando as ~teorias musicais~ pra lá, vim deixar uma música para essa segunda, que não precisa de muita explicação. Entretanto, como pessoa indecisa que sou, e sem qualquer capacidade de me decidir por apenas uma música, escolhi um álbum inteiro. Vamos de Temple of Shadows, que com apenas duas músicas mais ou menos é o melhor álbum em termos musicais do Angra, na minha humilde opinião. Sem mais.


Minhas músicas preferidas: 
Spread Your Fire
Angels and Demons
Wishing Well
The Shadow Hunter
No Paind For The Dead
Morning Star



Se eu deixar...

8 de setembro de 2017

e se um dia eu deixar
de viver do modo como vivo

fazer as coisas de um jeito novo
e me lembrar que eu sou realmente boa

CopyRight © | Theme Designed By Hello Manhattan