Usando plantas para derrotar zumbis

18 de setembro de 2017

Se você não entendeu pelo título sobre o que vim contar penso que você é uma pessoa sensata.

Eu nem jogo tantos jogos assim; no celular então, raramente acho um que me agrade. Mas aí eu comecei a enjoar do tal Two Dots - que é um jogo bem legal de puzzle, mas chega uma hora que não se tem mais paciência, pois ele não termina nunca, tá sempre atualizando, mas tá - e resolvi baixar o Plants vs Zombies 2. Diferentemente do primeiro, nesse você viaja no tempo e tem que explorar as épocas do tempo como Egito Antigo, Idade das Trevas, Velho Oeste etc. Basicamente o próprio nome (e o título desse post) explica: tem que impedir os zumbis de chegar na moradia usando as plantinhas. Eu já tinha jogado uns anos atrás e é bem divertido. Então quando procurei na app store por 'jogos', lá estava ele, então baixei. Minha intenção era somente para distrair de vez em quando, sem compromissos e tal, MAS EU TÔ MUITO VICIADA NESSE TRECO! Porque assim, você vai avançando, vai melhorando suas plantas e cada vez mais fica desafiador né, como qualquer jogo, então é uma situação que vira de "um jogo para se distrair" para "pela minha honra eu vou terminar todos os chefes". Sim, estamos nesse nível de exagero (se caso você não seja assim, saiba que tenho inveja do seu controle. Só que me envolvo até com um simples joguinho de celular, aiai).

Music to monday #22

11 de setembro de 2017

Por algum motivo obscuro, desde a semana passada tenho ouvido muito metal. Entre vários estilos dentro deste: metal melódico, heavy metal, hardy rock. Relembrando minha adolescência metaleira - pois, acreditem, eu fui uma adolescente trevosa, gótica suave. Apenas por algum tempo, depois vi que aquilo na minha vida era modinha e não um estilo de vida, oh well.

Simplesmente me deu vontade de ouvir alguns álbuns de novo, e descobrir algumas músicas que me apresentaram. Numa dessas voltei a banda mais recorrente na minha fase ~metaleira-gótica-suave~, Angra. Eu realmente gosto da banda, e não sei o motivo de algumas pessoas terem vergonha de dizer que os ouvem, mas enfim, cada um com seus problemas, não é mesmo? Embora, devo confessar, que só tenho coragem de ouvir três álbuns deles: Holy Land, Rebirth e Temple of Shadows. Sendo os dois últimos com os lead vocals pelo Edu Falaschi (que eu acho melhor que o Andre Matos, mas são questões [não minhas, dos outros. Eu realmente acho o Edu melhor, rs]). Particularmente são os que gosto mais, mas também não me dei mais o trabalho de ouvir os álbuns após o terceiro. Na verdade dei uma leve ouvida por aí, mas senti que é tudo mais do mesmo e que esses três são os mais diferentes, mais bem feitos e ao mesmo tempo, claramente, divergem entre si.

Deixando as ~teorias musicais~ pra lá, vim deixar uma música para essa segunda, que não precisa de muita explicação. Entretanto, como pessoa indecisa que sou, e sem qualquer capacidade de me decidir por apenas uma música, escolhi um álbum inteiro. Vamos de Temple of Shadows, que com apenas duas músicas mais ou menos é o melhor álbum em termos musicais do Angra, na minha humilde opinião. Sem mais.


Minhas músicas preferidas: 
Spread Your Fire
Angels and Demons
Wishing Well
The Shadow Hunter
No Paind For The Dead
Morning Star



Se eu deixar...

8 de setembro de 2017

e se um dia eu deixar
de viver do modo como vivo

fazer as coisas de um jeito novo
e me lembrar que eu sou realmente boa

Blogo, logo existo

31 de agosto de 2017

Hoje é considerado Blog Day, dia das pessoas que blogam, seja profissionalmente ou não, e eu nem preciso me explicar muito do porquê tenho um blog, não é mesmo? Já disse que sou uma pessoa que escreve e por isso mantenho esse blog ainda vivo, pois mesmo que hajam épocas de reclusão, sei que ele estará aqui para quando eu quiser desabafar ou contar histórias, falar sobre coisas que eu gosto e dizer como tem sido meus dias. Acho que também escrevo para guardar minhas memórias, ou como miga Michas sempre diz: escrevo para me lembrar. Lembrar das coisas boas que me acontecem e das ideias boas que tenho.
Não me sinto obrigada a escrever, eu escrevo quando tudo o que tenho aqui dentro precisa sair, mas também para que eu aprenda a me abrir mais nesse espaço que é meu e para vocês que vem aqui me visitar - e adoro essas visitas que me fazem, obrigada!

Não tenho inveja, tenho empatia

28 de agosto de 2017

 Aquela menina é tão estranha, ela se veste esquisito e usa o cabelo curto de menino.

Aquela menina é tão estilosa, ela se veste com criatividade e o cabelo está muito bonito.

A moça do meu trabalho namora um cara idiota. Mas ela é meio burra por namorar com alguém assim.

A moça do meu trabalho namora um cara idiota. Acho que vou tentar ajudá-la de alguma maneira.

Rosa é a cor...

21 de agosto de 2017



Meus projetos literários atuais

18 de agosto de 2017

Para quem me acompanha há tempos, tanto aqui no blog como no canal do YouTube, - e para quem nota esse tipo de detalhe - sabe que eu gosto de fazer projetos de leitura; que aqui no menu acima era onde ficava uma aba com as explicações desses projetos. Pois bem, resolvi remover ali de cima pelo simples fato de que esse blog não é, nunca foi e não será apenas um blog literário. Então não via mais sentido ter tantos ~indícios~ aqui ou ali pelo layout que desse a entender que falo de livros muitas vezes na minha vida. Não precisava disso, pois o conteúdo aqui fala por si só (e temos o Skoob onde sempre atualizo minhas leituras; assim como o Filmow para filmes).

Com a remoção da página sobre os projetos, senti que, de qualquer maneira, precisava deixar registrado aqui em algum lugar sobre eles, pois eu ainda os estou fazendo e eles vão durar pelo resto da vida, ou até me cansar e desistir de algum ou de todos. Aí a razão de escrever esse post.

Uma pessoa que escreve

15 de agosto de 2017

Sabe o motivo de eu manter esse blog? Porque eu escrevo. É difícil largar hábitos. Escrever para mim é um hábito, e também um motivo. O motivo pelo qual eu me aguento (e imagino que meus amigos/familiares e você que me lê, aguentam também) reclamar de bloqueios criativos; do porquê eu ainda insisto em escrever algo que preste, mesmo às vezes sabendo que aquilo que escrevi, naquele momento, não está prestando para nada. Pelo motivo que eu me expresso melhor em palavras, pois uma coisa que eu preciso, de vez em quando, é tempo. Tempo para pensar no que dizer; tempo para formular as tantas palavras e frases que se misturam na cabeça, que por aquele momento não fazem sentido, mas que quando colocadas no papel (ou no caso aqui no editor) se transformam nos mais diversos sentimentos que habitam o meu ser.

HAIM = Girl Power

26 de julho de 2017

Adoro quando do nada me aparecem bandas que rola aquela paixão ~à primeira vista~. Adoro ainda mais quando são artistas mulheres, porque vocês sabem né, girl power é importante para quem é feminista, e quando a gente descobre mulheres talentosas em qualquer aspecto já dá aquela esperança de que as pessoas vão valorizar mais a arte (música, livros, filmes etc.) feita por mulheres.

O maravilhoso mundo de Child of Light

21 de julho de 2017

Se tem uma pessoa que pode falar de Child of Light com propriedade, essa pessoa sou eu. Sério. Não é falta de humildade não, é que eu terminei esse jogo - sendo que explorei ele ao máximo, cacei todos os tesouros, fiz todas as sidequests etc. - nada mais nada menos do que 15 vezes. Isso mesmo, 15! Então vou falar, não como uma pessoa que jogou uma vez e o achou lindo, vou falar como uma pessoa viciada conhecedora de cada cantinho desse jogo belo e interessante. Todavia, não revelarei muito do enredo nem de como o jogo desenvolve. Primeiro porque não é novo (saiu em 2014); e segundo que a experiência fica melhor se você não conhece praticamente nada, assim como eu quando joguei a primeira vez. Então só falarei do básico mesmo, para apresentar essa história.

Cor da semana #6

19 de julho de 2017

Faz muuuito tempo que não faço um post desses aqui no blog. Mais precisamente cinco anos e três meses. Pois é, comecei a pensar que esse tipo de post não cabia mais aqui, mas não só, esquecia mesmo de tirar foto do esmalte que estava usando. Porém nesse post explico que agora não terei mais receio de postar sobre beleza - e moda também -, então terão mais posts do tipo, quando me der vontade de postar sobre isso. Além disso, pra quem lia e acompanhava esses posts de esmalte, minha história com eles mudou um pouco. Eu tinha uma coleção gigante de esmaltes, só que as coisas foram mudando, o tempo foi passando e hoje a coleção é muito pequena. Talvez eu faça um post falando sobre isso...


Liebster Award: um post old school

17 de julho de 2017

Tem coisa mais gostosa do que sentir que seu blog está ficando com aquela carinha de blog diarinho de novo?! Aaahh, fico tão feliz de poder escrever e responder tag/meme assim descompromissada e deixar o blog com carinha de old school, mesmo. 😄
Se eu não tivesse escrito o post anterior, sobre mudar o blog e tal, esse post teria salvado o bloguito do esquecimento, pois ele estava aqui meio jogado e já sem inspiração.

A querida da Michas me marcou, então, para esse meme Liebster Award, que consiste em: 
1) escrever 11 fatos sobre você; 
2) responder às perguntas de quem te indicou; 
3) indicar de 11 a 20 blogs com menos de 200 inscritos Acho essa regra meio impossível, pois não conheço tantos blogs que responderiam; 
4) fazer 11 perguntas aos blogs indicados; 
5) colocar o selo do Liebster award; 
6) linkar quem te indicou.

Chegou a hora de mudar... de novo

13 de julho de 2017

Sim, esse é mais um post em que eu falo de mudanças. E não, não é mudança de país, infelizmente (se bem que não estou no pique de mudanças grandes assim agora. Há não ser que fosse para a Irlanda 😆). Como vocês podem notar mudei de layout e cabeçalho e um pouco das cores, de novo, aqui no blog. Sendo que eu tinha feito um post, há menos de um ano, em que eu dizia que ficaria pelo menos um ano com aquelas edições... Pfff, tudo mentira! Até porquê eu mudei ainda antes, e agora novamente.

Entendam: não é algo que eu consiga controlar. Se eu me sinto incomodada com o que eu estou fazendo e isso me deixa chateada e sem vontade de escrever, eu preciso fazer mudanças, mesmo que eu tenha feito isso há pouco tempo. Não sei explicar, mas é meio que uma necessidade. Estou infeliz em como está a aparência do blog? Estou enjoada da "cara" dele? Não consigo escrever e compartilhar o que eu gosto? Vou lá e faço mudanças para que eu posso olhar para meu espaço e me ver nele, me sentir bem com ele. Afinal, isso aqui é um blog pessoal, eu falo de mim, como vou continuar escrevendo feliz se eu estou incomodada com "minha casa"?

A vista do meu lugar

26 de junho de 2017


Luz e sombra

10 de junho de 2017

Ilustração: Kathrin Honesta
Alguns de nós convivemos com uma certa "entidade" durante a vida. Às vezes até duas. Aquela escuridão que assola nos momentos mais inoportunos. Pode acabar com algum momento de felicidade que tinha acabado de acontecer. Podemos chamar de noite sem fim. O tempo parece parar nesse desespero.

Filmes que eu recomendo #6

26 de abril de 2017

De dois em dois anos (não é uma regra, é só esquecimento mesmo) venho aqui e recomendo três filmes que gosto muito com um tema em comum; falo um pouquinho deles e digo o motivo de gostar desses filmes. 
Nesse post, então, estou trazendo mais três filmes e o tema será histórias trágicas. E não se preocupem, não terá spoilers, por isso não deixem de ler a pequena sinopse que faço para que vocês se interessem por essas películas, hehe.

Nomeei o tema dessa forma por conta da história em si, mas assistam aos filmes para tirarem suas próprias conclusões. ;)


O folk americano de The Lumineers

21 de abril de 2017

Às vezes quando estou no YouTube vendo vídeos ele recomenda ali do ladinho algumas bandas que não conheço. Numa dessas ouvi The Lumineers - que até já tinha escutado antes, mas por algum motivo não os procurei mais. E, gente, que música gostosa de ouvir! Bem meu estilo de música pra relaxar. Na verdade não só, pra cantar e dançar também, já que adoro um indizinho folk.
Desde então estou viciada e ouço praticamente todo dia, hehe.

Lá e de volta outra vez

4 de abril de 2017

Uma jornada, então, acaba. Como Bilbo, receamos sobre essa nova aventura. Pensamos muito antes de partirmos pela estrada. Lá no fundo temos um certo espírito aventureiro também e decidimos que seria uma aventura diferente. Pois bem, partimos. Pelo caminho tivemos aliados, e também alguns ~perigos~; chegamos à montanha, enfrentamos o dragão, pegamos o tesouro e agora faremos a volta para o Condado.

O que melhora meu humor

31 de março de 2017

Sim, sou daquelas pessoas bem rabugentas e mal humoradas. Normalmente sou chata, mas tem momentos que eu fico de boa, com um sorriso no rosto o dia todo.
Fora Marcus, aka maridão, e os passeios que fazemos juntos, tem mais quatro coisas que me ajudam a melhor muito de humor.
São elas: 


Não julgue o livro pela capa (do filme)! #3

15 de março de 2017

Olha só o post que voltou! Eu já fiz duas versões desse tema aqui no blog, um de 2012 e outro em 2013. São dois dos posts mais lidos aqui do Mundo de Morfeu, então achei que seria legal fazer um terceiro com mais algumas comparações de capas originais com as adaptações cinematográficas desses livros.

Hoje em dia até encontramos algumas capas de livros com uma jacket/luva com a capa do filme, e é tão mais apropriado quando é assim. Porque é só retirar essa luva com poster de filme e jogar fora. Pronto, fica a capa original que todo mundo gosta! Mas muitas editoras ainda preferem recolher as edições originais e substituí-las por capas comercias, deixando assim muitos leitores putos bravos, como eu fico.


Coisas favoritas atualmente

13 de março de 2017

Prometi a mim mesma que ia escrever e dar mais atenção ao meu bloguinho, pois tenho um carinho imenso por ele. Num post, relativamente antigo, eu falei que ia escrever o que eu quisesse, como um blog old school, então é isso que estou tentando fazer com ele, hehe.

A delicadeza de Kathrin Honesta

3 de março de 2017

Conheci o trabalho de Kathrin pelo blog da Gabi Barbosa. Depois me deparei com as suas lindas ilustrações pelo We Heart It, Tumblr e até no Pinterest (que até tenho conta, mas nem uso). Simplesmente me apaixonei por sua expressividade e visual lúdico.

Aos sonhos um 'até logo'

24 de fevereiro de 2017

Não me lembro quando eu deixei de ser sonhadora. 

Antes todo mundo me conhecia por ter sonhos demais e a cabeça na lua. A cabeça na lua eu ainda tenho, mas os sonhos, esses foram deixados para trás. E eu não sei onde tudo isso começou - ou terminou?

Sou muito mais

13 de fevereiro de 2017

...que livros. Que leituras. 

Amo os livros como bons amigos e companheiros, mas não sou só feita de amor a eles.

Music to monday #21

6 de fevereiro de 2017

Muitas pessoas fazendo maratonas, tentando assistir aos filmes do Oscar© antes do dia 26, quando acontece a 86ª cerimônia, e até agora eu mesma só assisti ao La La Land. E adorei! Ele está dividindo opiniões, mas no meu coração ele é favorito. Adorei mesmo tudo o que ele homenageia, aos musicais antigos e ao jazz. Para mim o filme se encaixou tão bem no que se propõe. Porém a quem diga que não mereceu as 14 indicações ao Academy Awards

Well, se mereceu ou não, não vem ao caso, o que importa aqui nesse post é que a música tema, City of Stars é o retrato da simplicidade e poesia desse filme. Um quê de jazz e ao mesmo tempo nos relembra aos musicais das décadas de 40-50. Belíssima.

Estou viciada na música, e acho que você deviam dar uma chance a ela também (e ao filme, claro). 😉


A look in somebody's eyes
To light up the skies
To open the world and send it reeling
A voice that says, I'll be here
And you'll be alright



Mais 6 livros para ler em 2017

30 de janeiro de 2017

Eu gosto de fazer meta? Gosto. Eu as cumpro? Quase nunca. Mas a tentativa me instiga e eu gosto de tentar, mesmo que não dê certo. Penso que se eu sempre insistir, alguma hora eu vou conseguir cumprir metas e fazer os projetos direitinho.

Uso muito a meta do Skoob para organizar os livros que pretendo ler no ano. Quando fiz o vídeo apresentando os 6 clássicos para 2017, os coloquei na meta no site, mas achei que ficou um pouco ~vazio~ demais. Refletindo sobre quantidade de leitura, resolvi pelo menos por mais seis títulos nessa meta. Seis livros que quero muito - mesmo! - tentar ler esse ano. Conseguirei? Não sei, mas vou tentar, de verdade. Os 6 clássicos é meu foco principal, mas em meio a eles eu, obviamente, pretendo ler outras coisas, então coloquei seis outros livros que já quero ler há muito tempo, completando assim, 12 títulos na minha meta anual.

Vou mostrar um pouquinho eles pra vocês. :)


Music to monday #20

23 de janeiro de 2017

Segunda-feira. Não sei viver para segundas. Realmente não sei. Mas para isso eu tenho essa solução: post com musiquinha para animar uma tarde segundística (inventei essa palavra agorinha e ficou estranha, haha). E fazia uns meses que não colocava nada de música aqui, então...

Quando fiz a playlist Minhas 100 músicas preferidas de todos os tempos, resgatei muita música e bandas que não escutava há um certo tempo. Com isso me lembrei que gosto muito de Everybody Wants To Rule the World do Tears For Fears. então a coloquei na lista, só que não tinha me tocado de mais músicas deles. Aí eu assisti um vídeo da Chez Noelle, e nele ela fala de trilhas sonoras de filmes, citando Donnie Darko. Então descobri que Head Over Heels (que está na trilha do filme citado) também era uma música que eu adorava, mas não lembrava que era dessa banda. xD
Bom, ela é a minha escolha pra hoje.

Fiquei um bom tempo ouvindo só essas músicas, só escutando Tears for Fears. Fui percebendo como gosto muito de músicas dos anos 80 e que elas me trazem uma nostalgia gostosa. ;)


Something happens and I'm head over heels
I never find out till I'm head over heels
Something happens and I'm head over heels
Ah don't take my heart, don't break my heart
Don't, don't, don't throw it away



Retrospectiva literária 2016

19 de janeiro de 2017

Humildemente volto a esse bloguinho já me desculpando por eventuais ~vacilos~. Como vocês puderam notar meu Blogmas foi um fracassinho. É, não consegui postar praticamente nada dos posts que tinha programado. Também não vou inventar mil desculpas - até porque não me sinto culpada por não conseguir postar -; já percebi que fim de ano pra mim é um momento em que tenho que me afastar da internet, principalmente do canal e do blog. Pois eu faço isso meio inconscientemente mesmo, então vamos admitir e tomar isso pra si. Nos próximos anos quando fizer o último vídeo/post já aviso que será o último, assim dói menos, hehe. 

CopyRight © | Theme Designed By Hello Manhattan